Detecção de doenças em carnes de caça na região do médio Solimões.

Fonte: https://ecosdanoticia.net.br/2020/04/06/pm-prende-homens-com-230-kg-de-carne-de-caca-e-pesca-ilegal/.

O consumo de carne de caça em um ano na bacia Amazônica é estimado entre 67 e 164 milhões de quilos. Na Colômbia, nos estados do Amazonas e Orinoquia, já foi observado um alto índice de consumo de caça, principalmente por pessoas mais vulneráveis que não tem acesso a cesta familiar. Entre as espécies mais consumidas estão os tatus (Dasypodidae), as pacas, capivaras, antas e … Leia mais...

9 respostas para “Detecção de doenças em carnes de caça na região do médio Solimões.”

  1. Karol, muito legal o seu assunto, muito relevante mesmo, só senti falta de você falar mais sobre a forma de desenvolvimento do seu trabalho, porque é um assunto curioso, teria sido bom ver que métodos você utilizará para realizar esse trabalho. Obrigada!

    1. Oi Ana, sou a Cristhiane haha (mas super compreensível a troca devido o assunto correlato). Sobre sua sugestão depois que publiquei também senti falta rs, irei acrescentar, obrigada pela análise e sugestão.

      Atenciosamente,

      Cristhiane Zurra.

  2. Oi Cristhiane, o seu trabalho evidencia muito bem a caça de animais silvestres, mas eu senti que falta você explorar um pouco mais os efeitos das doenças, é você comenta “a caça de animais silvestres continua sendo uma das maiores atividades na Amazônia”. maiores atividades ilegais ? E qual seria uma medida a ser adotada para diminuir a caça de aminais silvestres já que as pessoas não tem acesso a cesta familiar ?

    1. Oi Jefferson, obrigada. Irei verificar e acrescentar mais informações sobre as doenças que serão analisadas. Respondendo sua pergunta, sim, a caça e comercialização de animais silvestres é ilegal e vem sendo combatida pelos Orgãos de conservação e preservação destes animais. Quanto as “medidas para diminuir a caça”, a parti da execução deste projeto pretendemos com os resultados, apresentá-lo as autoridades e comunidade por meio de palestras de conscientização, além do mais, não temos como garantir uma diminuição, pois não temos como fazer total fiscalização (isso dentro do projeto que será desenvolvido). Sendo assim, esperamos que a parti das apresentações das palestras a população se conscientize ou tente optar por outras formas de alimentação disponível caso isso seja possível.

      Atenciosamente,

      Cristhiane Zurra

  3. Oi, Cristhiane. Muito interessante seu trabalho, sou do interior e sei bem como é o consumo da carne de caça no interior.

    Você falou sobre palestras e conscientização sobre as caçadas desses animais, que é ilegal e, além disso, podem ser potenciais transmissores de doenças infecciosas.

    Sendo assim, tenho uma dúvida. A contaminação em humanos ocorre pelo consumo carne, correto? Mas, como ocorre a transmissão para a carne do animal?

    Abraços, espero em breve ver os resultados do seu trabalho!!!

    1. Oi Alan, agradeço a colaboração. Quanto a sua colocação e dúvida, vamos lá. Sim, já foi constatado por estudo que as doenças dos animais para os humanos podem ser transmitida pelo manuseio e consumo errado dessas carnes. Já a transmissão para os animais, está mais relacionado com os seus habitats ou contato com outros animais portadores da doença. Um exemplo: A Leptospirose (uma doença transmitida pelo rato) ela é muito comum em áreas de alagamento etc., e o animal em contato com essas areas, roedores ou local onde pode ter dejetos desses, pode se contaminar com a bactéria transmissora da doença. No entanto, no caso dos animais a doença não se desenvolvem, mas podem ser portadores da mesma. Espero ter esclarecido sua dúvida. Qualquer coisa é só perguntar.

      Atenciosamente,
      Cristhiane Zurra

  4. cris! bem legal e interessante o trabalho, mas fiquei em duvidas em como serão coletadas essas carnes? pois esses locais de coleta tem que ter uma análise antes para saber se conseguirá ter êxito nos resultados. 😉

  5. Oi Cristhiane,
    Faço dos comentários dos colegas os meus comentários, ou seja, acho que faltou algumas informações interessantes no texto. Se você olhar nas suas respostas aos comentários, já cerá quanta informação legal poderia ser incluída em uma nova versão do seu texto, quando for necessário
    Abraço,
    Marcio.

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